| Colectivas

  • Colagem sobre papel, Sociedade Nacional de Belas-Artes, 1985

  • Exposição Nacional de Artes Plásticas de Pequeno Formato, da Associação de Artes Plásticas de Cascais, 1992;

  • "O papel como suporte" na Sociedade Nacional de Belas-Artes, 1993;

  • Feira do Livro da Biblioteca da Nazaré, 1996

  • III Bienal da marinha Grande, 2000

  • Centro Cultural de S. Domingos, Sintra, 2000

| Individuais

  • "Fragmentos da Memória", na Livraria Suzy, Nazaré, 1995;

  • "Aguarelas", Feira do Livro da Biblioteca da Nazaré, 1996;

  • "coisas pequenas", Jazz Café, R. Alexandre Ferreira,36 Lisboa, 2001;

  • "Como se fosse paisagem", Sindicato dos Professores da Grande Lisboa, Lisboa, Novembro, 2002;

  • "Génese: ideias à procura de forma", Espaço Cultura da Junta de Freguesia do Lumiar, Lisboa, de 2 de Maio a 13 de Maio de 2005


Fragmentos da Memória

Os objectos são marcos miliares do Espaço-Tempo de uma vida individual e colectiva.

Ao longo do percurso, vamos deixando e reencontrando os marcos que assinalam os momentos - fragmentos de Tempo que se vai escoando e acumulando, simultaneamente; vestígios que as marés, alternadas a espaços-tempo regulares, vão pondo a descoberto para voltar a cobrir de areia.

Mais do que símbolos do esvaziamento da vida, os objectos são elementos de construção, quais sedimentos, como os grãos de areia arrancados à rocha-mãe, aparentemente eterna, que dão corpo à praia, dia após dia.

A vida é a memória das coisas e dos momentos. De momento a momento se constrói a memória da viagem e quanto mais longe no tempo, mais viva a memória dos momentos, mais nítidos e presentes os fragmentos da memória, mais urgentes os horizontes.

Maria Cecília Louraço
15 de Agosto /4 de Setembro de 1994


coisas pequenas

outubro/novembro/2001

O nosso Tempo corre inexoravelmente para um limite mas a Natureza a cada ciclo se renova e é um manancial de significantes que nos permitem dar forma às emoções; se atentos ao seu pulsar, encontramos na estrutura da paisagem elementos que podem configurar sensações e sentimentos que não sabemos exprimir por palavras, da alegria de viver o presente à nostalgia do que já vivemos!...

E, para lá de um horizonte, podemos sempre imaginar tudo aquilo que já foi e tudo aquilo que poderá, ainda, vir a ser.